Psicologia Clínica

Gabriela Abreu | CRP: 04/68020

“Nada mais que possibilidades. Nada mais que desejos. E, de repente, ser realização, ser verão, ter sol.”
— Rainer Maria Rilke

Psicoterapia

Entendo a psicoterapia como um espaço de acolhimento, compreensão e construção de modos mais autênticos de nos relacionarmos — com nós mesmos, com os outros e com os desafios da vida.

Em termos mais concretos, busco acompanhar a pessoa nessa travessia auxiliando-a a ampliar cada vez mais sua consciência (sobre como ela encara as adversidades, como ela se vê e como esse olhar foi construído ao longo de sua história, como ela se relaciona, etc.) e construir ferramentas (habilidades de comunicação, de regulação emocional, etc.) que promovam sua saúde mental.

Esse percurso favorece o desenvolvimento de nossa resiliência, isto é, nossa habilidade de nos fortalecermos diante das adversidades e transformá-las em oportunidades de crescimento. A terapia é facilitadora dessa habilidade, apostando que sempre há uma forma diferente de contar e dar continuidade às nossas histórias.

Gabriela Abreu

Ouvir e contar histórias talvez seja um dos poucos botes que nos restam quando, ante águas revoltas, o barco parece afundar. Como aprendiz de marinheiro, faço minha aposta em que, nas palavras de Hannah Arendt, “toda dor pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história”.

Uma das belezas dessa aposta é que há várias histórias contidas numa história – vários olhares possíveis, vários significados que podemos extrair, várias potências que podemos explorar. Com essas novas narrativas, surgem também novas possibilidades de vida, com novas formas de sentir, pensar e agir. Este é, ao meu ver, o sentido do processo psicoterapêutico.

Sou encantada por histórias e entusiasta da potência de termos nossas próprias aspas, entendendo que, nas palavras de Hannah Arendt, “toda dor pode ser suportada se sobre ela puder ser contada uma história”.

E há várias histórias contidas num mesmo enredo – vários olhares possíveis, vários significados que podemos extrair, várias potências que podemos explorar. Com essas novas narrativas, surgem também novas possibilidades de vida, novas formas de agir, pensar e sentir, que adubam solo fértil para novos enredos, germinados a partir do cultivo daquilo que faz sentido para nós.

“O contrário da vida não é a morte, mas o desencanto.”
— Luiz Antônio Simas

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Dúvidas frequentes

Qual a sua abordagem?

Trabalho a partir da perspectiva existencial, que parte do princípio que nós nos constituímos a todo momento a partir das nossas escolhas, e entende que cuidar da nossa saúde mental passa por fazer escolhas autênticas — que contemplem o que é importante para nós e estejam em harmonia com a vida que queremos levar. O autoconhecimento que adquirimos na terapia nos ajuda nessa empreitada, ampliando nossa consciência crítica e nossos recursos para enfrentar os desafios que se apresentam.

O tempo da sessão é de aproximadamente 60 minutos.

A primeira sessão será um momento para nos conhecermos, em que você terá tempo hábil para falar sobre o que lhe motivou a procurar a terapia. É também um momento em que explico a forma como eu trabalho e compartilho meus pensamentos iniciais sobre o que foi trazido e como o exploraríamos na terapia para que você avalie se faz sentido para você neste momento.

Geralmente, os atendimentos são semanais, num horário fixo que iremos combinar. Com o tempo, costuma-se reduzir as sessões para uma frequência quinzenal, quando já não há mais necessidade de acompanhamento semanal.

Isso vai depender essencialmente dos seus objetivos e das suas necessidades. Honrando o compromisso que fazemos com a promoção da autonomia, caberá a você a escolha de espaçar ou interromper as sessões quando sentir que a terapia já tiver cumprido seu papel.